DIRETORA DE FOTOGRAFIA

 

BIOGRAFIA

Lílis Soares, formada em Direção de Fotografia pelo Institut International de l’Image et du Son, na França, e em Rádio e TV pela UFRJ. Atuou em projetos voltados para mídia digital, TV e cinema em países como Brasil, França, Rússia, Suíça, Itália, Angola e República do Congo. Fez a direção de fotografia do longa-metragem “Um dia com Jerusa”, de Viviane Ferreira, dos curta-metragens “Ilhas de Calor”, de Ulisses Arthur, "Minha historia é outra", de Mariana Campos, "Enraizadas", de Juliana Nascimento e Gabriela Roza, "Dentro", de Mariana Jaspe, “Simone “,  de Renato Cândido e da campanha "Ela decide" para a ONU, dentre outros. Também esteve a frente da direção de fotografia das séries de ficção « Meninas do Benfica », dirigida por Roberta Marques e Luciana Vieira, em Fortaleza, e « Fim de Comédia », dirigida por Jéssica Queiroz, gravada no subúrbio do Rio de Janeiro. Além disso, ministrou no curso de direção de fotografia na escola de audiovisual da Vila das Artes em Fortaleza e é professora de direção de fotografia da Academia Internacional de Cinema no Rio de Janeiro. Na Mostra Tiradentes de 2020, recebeu o Prêmio Helena Ignez 2020, oferecido pelo Júri Oficial a um destaque feminino em qualquer função.

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PRÊMIO HELENA IGNEZ 

Na mostra de Tiradentes de 2020,  Lílis Soares recebeu o Prêmio Helena Ignez 2020, oferecido pelo Júri Oficial a um destaque feminino em qualquer função e entregue pelas mãos da própria atriz e diretora. Em Tiradentes, Lílis Soares dirigiu a fotografia de três filmes: os curtas “Ilhas de calor”, na Mostra Jovem; “Minha história é outra”, na Mostra Foco; e o longa “Um dia com Jerusa”, na Mostra A Imaginação como Potência.

 

Segue o texto apresentado júri oficial:

“Com dois curtas e um longa na mostra Tiradentes 2020, a presença de uma jovem fotógrafa evidencia um caminho sem volta e a urgência de se olhar, cuidadosamente, para um cinema que atravessa processos vitais, de formação e construção política. Os projetos de que ela participa recebem o tratamento de uma pesquisa rigorosa, sobre uma questão antiga, mas ainda pouco enfrentada: afinal, como filmar corpos negros? Encontramos a força de uma perspectiva comprometida com a descolonização do fazer cinema, e celebramos em seu trabalho o acolhimento de uma questão ética incontornável ao nosso tempo. O que ela tem feito, articulada em coletivos, como o Coletivo de Diretoras de Fotografia do Brasil, ao qual o júri estende sua homenagem, é um cinema que assume para si a responsabilidade de enfrentar não apenas uma disputa de narrativas, mas a agencia de uma sensibilidade preta. Por saber que a pele é nossa primeira lente, e pelos modos como faz emergir novas imagens, premiamos uma fotógrafa em plena atividade, pela autonomia de um fazer cinematográfico que sim, atravessará os tempos.”

 

DIRETORA DE FOTOGRAFIA

Brasil 

soares.lilis@gmail.com

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